Top 7 Cachoeiras de Prudentópolis – PR

Prudentópolis é um município do estado do Paraná, que fica há 3 horas de Curitiba. A cidade interiorana abriga mais de cem cachoeiras, sendo muitas não só impactantes por sua beleza, mas por seus tamanhos (em altura ou largura). Por conta disso, Prudentópolis é conhecida como a Terra das Cachoeiras Gigantes.

Localizadas em propriedades públicas e particulares, as cachoeiras são o principal atrativo de Prudentópolis, que conta também com turismo cultural e religioso. Aqui é possível fazer trilhas dos mais diversos níveis de dificuldade, seja no meio da mata, fazendo rapel nas pedras ou até mesmo escalaminhando enormes pedregulhos que beiram o rio.

Com a quinta maior cachoeira do Brasil, Prudentópolis com certeza merece a visita dos amantes da natureza e apaixonados por ecoturismo. Vou deixar aqui meu top 7 de cachoeiras, mas já garanto que a escolha foi bem difícil, rs.

Cachoeira (geladinha) Perehouski

7. Cachoeira Perehouski

Localizada em uma propriedade particular, a Cachoeira Perehouski é um dos atrativos mais famosos da cidade de Prudentópolis. É possível aproveitar o dia todo lá, seja caminhando ou tomando banho nas duas cachoeiras disponíveis, além de poder aproveitar um belo dia de descanso de tantas trilhas nas piscinas naturais da propriedade.

Também é possível almoçar aqui se quiser, mediante agendamento prévio e para ir até as cachoeiras, é necessário sapato fechado. Os proprietários são muito solícitos, prestativos e simpáticos, então o que precisar, eles poderão auxiliar. Aqui foi o único lugar que de fato fui comida pelos mosquitos, então por favor, não deixem de levar repelente.

No Salto São João só conseguimos ir até a base

6. Salto São João

O Monumento Natural Salto São João fica a 22 km do centro de Prudentópolis, mais ou menos a mesma distância do Salto Manduri e do Salto Barão do Rio Branco. O local onde ele se encontra é incrível e a estrutura é a melhor dentre as outras cachoeiras.

O Salto tem um grande volume de água e quando fui havia vários andorinhões dançando enquanto sobrevoavam suas águas. A queda tem 84 metros de altura e segue pelo Rio São João. O centro de visitantes conta com recepção, anfiteatro, banheiros, quiosque e vendinha com peças de artesanato local, além das trilhas que levam aos mirantes 1 e 2, de onde é possível contemplar o salto.
Horário de atendimento: Quarta a segunda-feira: das 09h às 16h. Terça-feira: fechado para manutenção.

Duração da trilha: No máximo 10 minutinhos

No Salto Sete é possível tomar banho e deixar os pertences nas pedras

5. Salto Sete

Com 77 m de queda d’água (por isso Salto Sete), abriga também o maior rapel de plataforma do Paraná, além de ter outros esportes de aventura.

Informações importantes:
Funcionamento: sábados, domingos e feriados das 9h às 16h
– Trilha íngreme e cheia de pedras
Nível da trilha: moderado
Entrada: R$20/pessoa
– Estacionamento no local
– É possível comprar água e salgadinhos na entrada
– Tem sanitários masculino e feminino
– Há uma pousada no local, porém separada da área de trilha
– Durante os meses de janeiro e fevereiro, o parque abre todos os dias

O local do início da trilha fica a poucos quilômetros do Salto São João e tem uma infraestrutura precária, porém há sanitários e um ponto de venda de água e salgadinhos.
A administração do local alerta sobre o perigo da trilha, apesar de eu achar que a dificuldade da trilha se dá devido a inclinação acentuada em algumas partes. Mesmo assim, não indico em hipótese alguma descer em época de chuva, pois se sem chuva já escorrega, imagino a lamaceira que fica nos períodos chuvosos.
Se você achar que a trilha está muito difícil, mas que dá para levar, continua. Eu juro que vale a pena, porque a vista é maravilhosa!

Duração da trilha: 1h30 para quem tem um preparo físico ok e umas 3h para quem não anda se exercitando e quer aproveitar para tomar banho.

Cachoeira do Salto Manduri

4. Salto Manduri

Esse salto para mim foi um achado, porque eu passei na frente e não dava nada pelo local. A propriedade é privada e você tem que pagar uma taxa de preservação de R$5 por pessoa para entrar. Uma vez lá dentro, é imprescindível fazer a micro-trilha até próximo a cachoeira do Salto do Manduri.

É possível ir nessa cachoeira de 32 metros de altura e 100 metros de largura logo depois de sair do Barão do Rio Branco, pois fica bem pertinho e é caminho. Por aqui também tem lanchonete, sorveteria, uma área verde, onde é possível alugar uma churrasqueira pagando uma taxa única de R$40 e o salto.

Na placa diz que não pode tomar banho e nem tentar escalar a cachoeira, mas caso você tenha essa ideia de girico, há duas boias salva-vidas para tentar te salvar. Mas por favor, não seja essa pessoa! Haha

Duração da mini trilha: 2 minutos

Dá pra se molhar muito dessa distância

3. Salto Barão do Rio Branco

Ótima pedida para um primeiro dia de imersão na natureza, porque não exige taaanto esforço físico, apesar dos seus 433 degraus ladeira abaixo. São 64 metros de altura e uma beleza que impressiona! O salto Barão do Rio Branco tem sua queda bem de frente para o canyon do Rio dos Patos.

A trilha é bem levinha e quando chegamos na base, é possível contemplar uma cachoeira fantástica! Ao chegar nos últimos degraus, você irá avistar uma usina onde não há possibilidade de visitação, mas que é possível ficar olhando de fora para fofocar um pouco como é. Nessa cachoeira também não é permitido se banhar, mas relaxa que dá para sair de lá bem molhado.

Duração da trilha: 30 minutos para quem estiver de preguiça com o tanto de degraus

Preço da entrada: R$20 por pessoa
Há estacionamento no local e sanitários.

Dois minutos antes de cair um temporal

2. Salto São Francisco

Considerado o salto mais alto da região sul do país, o Salto São Francisco possui 196 metros de queda livre, tendo também um alto volume de água. A cachoeira fica incrustrada em um paredão, compondo a paisagem indescritível do canyon, com vista para a Serra da Esperança. 

Sendo bem sincera, o Salto São Francisco ficou em segundo lugar por conta da superação que tive durante essa trilha, porque nesse dia eu passei foi muita raiva e desespero. A trilha está situada entre três cidades: Guarapuava, Turvo e Prudentópolis.

Não há indicação adequada para fazer a trilha até a base da cachoeira e o nível desta trilha é difícil. Para os mirantes e uma outra cachoeira própria para banho, as trilhas são bem fáceis, apesar da sinalização precária.

Importante: Indico a irem pelo trecho de Guarapuava, pois a estrada de acesso via Prudentópolis possui um trecho crítico, não sendo recomendado para veículos baixos.
Equipamentos e Serviços: No Parque há estacionamento, segurança, lanchonete, banheiros, trilhas, mirantes e playground.

Duração da trilha: 5h30 ida e volta se for para a base da cachoeira

O

1. Salto São Sebastião e Mlot

Ambos os Saltos estão localizados no mesmo lugar, um de frente para o outro, o que dá uma beleza quase que única ao lugar. Para terem uma ideia, só existem três lugares no mundo onde há uma cachoeira em frente a outra e na América, nós somos os únicos com essa raridade. Acontece que exatamente aqui dois rios correm em sentidos convergentes e desembocam um de frente para o outro, quase no mesmo poço.

O Salto São Sebastião possui 126 metros de altura e tem pouco volume de água, enquanto o Salto Mlot tem 110 metros de altura, igualmente com pouco volume de água. É possível chegar até a base dos saltos por uma trilha de nível médio a difícil, necessitando muitas vezes do auxílio de cordas, caso você vá em época de chuva, assim como eu.

Estrutura: Em desenvolvimento pelos proprietários.

Esse foi meu top 7 das cachoeiras incríveis de Prudentópolis! Foi difícil escolher, porque de fato o lugar é incrível. Indico que façam algumas visitações às cachoeiras com um guia credenciado pela Cadastur (eu fiz com o Coquinho – maravilhoso). Alguns lugares, devido a dificuldade, só poderão ser acessados com guia.

Para mais informações, me segue lá no www.instagram.com/tripbruta

Parque Municipal Gruta do Bacaetava – Colombo

O Parque Municipal Gruta do Bacaetava fica localizado em Colombo, cidade vizinha de Curitiba, no Paraná. Para quem mora na capital, o trajeto dura em torno de 50 minutos e a estrada é pavimentada.

A descoberta da Gruta do Bacaetava, atração principal do Parque, foi quase ao acaso. Certa vez, um imigrante italiano estava preparando o terreno para plantio e encontrou a gruta. A notícia se espalhou por toda a região e o local começou a receber inúmeras visitas. Também há rumores de que italianos fugidos da Guerra se escondiam por aqui naquela época.

Antigamente, devido principalmente ao seu fácil acesso, todo mundo podia visitar a gruta e não havia nenhum tipo de regras quanto a sua preservação, o que fez com que atraísse todo tipo de pessoas. Havia muito lixo e muitas pichações dentro da gruta, entre outros tipos de depredação.

Entrada do Parque Municipal da Gruta do Bacaetava

No início dos anos 2000, porém, a prefeitura criou o Parque Municipal da Gruta do Bacaetava e começou a tomar conta desta beleza natural, objetivando não somente a parte de lazer, mas a recuperação e conservação da vegetação nativa, bem como fomentando pesquisas científicas. Desta forma, nós visitantes só podemos ir à gruta com a companhia de um guia. Hoje em dia a Gruta do Bacaetava é um patrimônio espeleológico de Colombo.

Além da visitação da gruta, há uma parte destinada à Nossa Senhora de Lourdes, que fica próxima à lanchonete e uma trilha autoguiada. Quanto a esta última, sinto não saber o que tem no final, porque quando voltei da gruta já estava chovendo e achei melhor não fazer esta trilha. Ela tem apenas 150 metros.

Saída da Gruta do Bacaetava

O que precisa para visitar: Devido a pandemia, as visitações estão sendo feitas mediante agendamento prévio, através do WhatsApp. A equipe do Parque é bastante solícita e respondem rápido.

Visitação da gruta: O passeio dura em torno de 30 minutos e o guia acompanha o grupo o tempo inteiro. O Parque disponibiliza lanternas sanitizadas para todos do grupo (exceto crianças) e há passarelas durante boa parte da trilha. É necessário chegar 10 minutos antes do horário agendado, porque os guias passam um vídeo de introdução.

Nível da trilha: fácil.

Valor da visitação: gratuito.

Existe também o ingresso solidário, onde você doa um agasalho ou quilo de alimento na entrada, mas não é obrigatório.

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Top 7 lugares para ir em Curitiba

1. Parque Tanguá

É um parque muito bem estruturado que detém o por do sol mais bonito da cidade. Na parte de baixo, tem um lago e um deck com um bar que funciona até às 18h. Na parte de cima, é possível subir na estrutura para ter uma visão mais privilegiada do entardecer, além de chafarizes que compõem a bela paisagem. A entrada e o estacionamento são gratuitos.

Endereço: Rua Oswaldo Maciel, 97 – Taboão

2. Jardim Botânico

O cartão postal da cidade de Curitiba conta com uma estufa tropical de três cúpulas (dizem que é para cada centenário da cidade), uma área arborizada com trilhas e um jardim sensorial. Recentemente inaugurou uma área chamada de ‘As quatro estações”, bem ao lado das cúpulas, mas confesso que achei bem quente quando visitei, mas deve ser a intenção.

A entrada e o estacionamento são gratuitos, mas o estacionamento é pequeno e muito concorrido. Tem um barzinho logo na entrada do parque e mesas com cadeiras do lado de fora.

Endereço: Rua Engenheiro Ostoja Roguski – Jardim Botânico

3. Ópera de Arame

É um teatro em Curitiba que já foi cenário de grandes eventos. Muito bem cuidado, até mesmo durante a pandemia, paga-se o valor de aproximadamente R$15/pessoa para entrar e conhecer o local. Você irá encontrar uma trilha, um palco flutuante que toca música instrumental, um ótimo restaurante e a linda cúpula, onde são feitas apresentações durante todo o ano. Vai de show de música clássica a apresentações de sapateado.

O Vale da Música, na Ópera de Arame, é um projeto inédito no país. Montaram um palco flutuante no lago que toca música instrumental ao vivo durante o dia todo, criando um ambiente muito mais agradável de se estar. Para quem consome no restaurante, a vista pode ser ainda mais bonita. O horário de funcionamento é de terça a domingo, das 10h às 18h.

Endereço: Rua João Gava, 920 – Abranches

4. Happy hour no Batel

Nada melhor do que sentar e relaxar em uma das dezenas de casas noturnas, bares ou restaurantes, no bairro mais querido de Curitiba. Aqui até caminhar pela rua é um passeio, de tão bem planejado que é o bairro, desde as construções, até os postes da rua.

Endereço: Batel

5. Feirinha do Largo da Ordem

Parada obrigatória para quem estiver em Curitiba durante o domingo. A Feirinha do Lago da Ordem oferece diversos tipos de entretenimento e muita coisa para ver. Costumo dizer que dá para encontrar de tudo lá, rs.

Ao caminhar pela feirinha, você encontrará muitas pessoas tocando, uma loja que vende pedras, ruínas da cidade e algumas estátuas, além de diversos produtos artesanais. Também há barraquinhas de pastel, hambúrguer e outras comidinhas gostosas pra quando bater aquela fome… Mas vá cedo, porque tudo começa a fechar às 14h.

Endereço: Rua Jose Bonifácio – Centro Histórico

6. Bosque Alemão

O Bosque Alemão é um parque, situado na cidade de Curitiba, que conta com cascata, um laguinho e trilha com a história de João e Maria. Na parte superior do parque, onde fica a cascata, é um ótimo lugar pra tirar fotos e, na parte inferior, tem bastante espaço para a criançada brincar.

Endereço: Rua Nicolo Paganini, s/n – Pilarzinho

7. Zoológico Municipal de Curitiba

Um dos maiores zoológicos que já visitei, o Jardim Zoológico de Curitiba está situado dentro do Parque Regional do Iguaçu, o maior parque urbano do país. Por aqui tem várias espécies animais e pode ser considerado um passeio de dia inteiro, caso você queria fazê-lo com tranquilidade.

O local tem sanitários e locais para almoçar/lanchar, além de contar com muitos banquinhos para quando estivermos cansados de andar. Devido a pandemia, o zoológico está fechado sem previsão de abertura.

Endereço: Rua João Miqueletto, S/N – Alto Boqueirão

Curiosidades dos Estados do Brasil

Um estado. Uma curiosidade (ou um pouco mais, rs). Será que você conhece todas?

Amazônia

Região Norte

Acre: Foi um território adquirido da Bolívia pelo Brasil.

Amapá: Tem a única capital brasileira cortada pela linha do Equador.

Roraima: A pronúncia original do nome indígena é “Roraíma”, mas “Rorãima” e “Roráima” são totalmente aceitos.

Rondônia: Única capital brasileira que faz fronteira com outro país, no caso, Bolívia.

Amazonas: Lá se encontra uma das melhores escolas de guerra do mundo! Militares de vários países vão para lá treinar e muitos desistem antes da metade do treinamento.

Pará: Tem o terceiro maior município do mundo, Altamira, e a maior ilha fluviomarinha do mundo, que é a Ilha de Marajó.

Tocantins: A Praça dos Girassóis, que é a maior praça da América Latina, fica por aqui. Além disso, a capital do estado vai sediar os primeiros Jogos Mundiais dos Povos Indígenas.

Fernando de Noronha

Região Nordeste

Maranhão: É o único estado em que é necessário tomar vacina contra febre amarela para visitar qualquer uma das cidades ou praias.

Piauí: É onde tem o maior percentual de católicos do país.

Ceará: A Praia das Dunas abriga o maior parque aquático da América Latina! Além disso, tem um dos principais sítios arqueológicos do mundo, a Chapada do Araripe.

Rio Grande do Norte: São os maiores produtores de sal do país e tem o maior cajueiro do mundo. Além disso, só Natal, sozinha, possui a maior frota de buggys do planeta!

Pernambuco: Lugar da maior festa junina e do maior bloco de carnaval do mundo. Também é o lugar que possui mais baobás fora do continente africano (quem leu ‘O Pequeno Príncipe’ sabe)

Paraíba: Aqui fica a praia de Tambaba, que além de ser a primeira praia nudista do Brasil, sedia todos os anos um campeonato de surfe naturalista, onde todos os competidores surfam nus.

Sergipe: É o menor estado brasileiro e o melhor lugar do país para se dançar forró.

Alagoas: Famosíssima por ser o nosso caribe brasileiro.

Bahia: A antiga capital do Brasil é a maior produtora de cacau, feijão e mandioca do país, itens que não vivo sem. Também foi aqui que foi construído o primeiro elevador do Brasil e onde temos a maior baía do país, a Baía de Todos os Santos.

Pantanal

Região Centro Oeste

Mato Grosso: O nosso Pantanal mato-grossense é a maior planície inundável do planeta e tem uma biodiversidade aquática invejável.

Mato Grosso do Sul: Você já ouviu falar em uma sopa que é bolo? Lá em Campo Grande, a sopa paraguaia é um bolo salgado de milho.

Goiânia: É aqui que tem a maior feira livre e a maior estância hidrotermal do mundo. As águas brotam das fontes termais em temperaturas tão elevadas, que dependendo do lugar, você consegue cozinhar um ovo em 3 minutos.

Rio de Janeiro

Região Sudeste

São Paulo: O estado mais rico do Brasil é também o lugar que mais se consomem pizzas. São produzidas diariamente, cerca de 1 milhão delas!

Rio de Janeiro: Um dos lugares mais visitados do hemisfério sul, o Rio de Janeiro, é indescritível. Aqui também fica uma das Sete Maravilhas do Mundo, o Cristo Redentor.

Espírito Santo: Por aqui, a capital Vitória está longe de ser a cidade mais populosa do estado. Ela perde para três outras cidades. Uma delas, Vila Velha, é onde fica a fábrica da Garoto.

Minas Gerais: O estado do melhor pão de queijo tem o maior número de cidades e abriga a menor delas, Santa Cruz de Minas. Além disso, a cidade com menor número de habitantes também fica por aqui.

Cataratas do Iguaçu

Região Sul

Paraná: Terra das cachoeiras gigantes, das Cataratas do Iguaçu e de um tanto de picos para poder trilhar e escalar. Curitiba também foi declarada como a cidade mais ambientalmente sustentável da América Latina.

Rio Grande do Sul: A praia do Cassino, em Rio Grande (quase morei lá) tem a maior faixa contínua de areia do planeta e em Gramado é onde ocorre todo ano o Natal Luz.

Santa Catarina: Meu estado favorito também é o último do nosso pack de curiosidades. Ele possui os melhores índices sociais do Brasil: mais alto índice de expectativa de vida; menor taxa de mortalidade infantil; menor índice de analfabetismo e menor desigualdade econômica.

Para mais fotos e informações, me segue lá no www.instagram.com/tripbruta 

O que fazer em Castro

Castro é uma cidade histórica localizada no interior do Paraná, em uma região conhecida como Campos Gerais. Ela está localizada a 159 km de Curitiba, às margens do Rio Iapó. A cidade, que já foi capital do Paraná por três meses durante a guerra civil federalista, também tem muitas belezas naturais, sendo a principal delas o Canyon Guartelá, que fica entre Castro e Tibagi.

Como chegar em Castro:

De Curitiba a Ponta Grossa você levará em torno de 1h40 pela BR-376, toda duplicada e com pedágios. Em seguida, irá pela PR-151, essa com pista simples e vai andar mais uns 43 km até Castro.

Não recomendo ir sem carro/van, porque as atrações são relativamente longe uma das outras e não há transporte público até o local. Então, se você desceu no aeroporto em São José dos Pinhais, ou você compra um pacote com guias credenciados, ou aluga um carro no aeroporto.

Parque Lacustre

Quando ir:

Dê preferência às épocas de primavera e verão, pois a região tem muitas cachoeiras e as águas são bem geladas.

Onde ficar:

Indico ficar próximo ao Parque Lacustre, na cidade de Castro mesmo. Fiquei no Central Palace Hotel e não achei ruim. Só achei o café da manhã fraco, mas a cama é confortável e os funcionários bem solícitos. Duas diárias são mais que o suficiente.

Atrações turísticas que valem a pena ser visitadas:

Canyon Guartelá

Parque Estadual do Guartelá:

A principal atração da região, onde se encontra o mais longo cânion do país e o sexto do mundo. O Canyon Guartelá fica entre as cidades de Castro e Tibagi.

As principais atividades que podemos aproveitar no Parque são o trekking, com trilhas muito bem demarcadas, visitar cachoeiras e dar um bom mergulho nos famosos panelões, que tem em torno de 90 centímetros de comprimento.

Estes panelões nada mais são que buracos na rocha onde passa o rio e a correnteza vai levando água até eles. Digamos que seja um banho de cachoeira diferenciado. Além disso, o local é muito procurado para a prática de rafting.

Igreja Matriz Nossa Senhora de Sant’Ana:

Fundada em 1774, é o marco zero da cidade.

Parque Lacustre

Parque Lacustre:

É um parque ao ar livre que me lembra uma mistura de três parques em Curitiba: Jardim Botânico, Barigui e Bacacheri. Agora, quais partes que ele lembra, você vai precisar ir para ver com os próprios olhos, rs.

O local é ideal para quem gosta de fazer esporte ao ar livre, caminhar ou apenas apreciar a paisagem e tirar muitas fotos. A ponte, que fica ao lado esquerdo da entrada do Parque Lacustre, é a atração principal para quem quer fazer uma bela pose e postar no instagram.

Morro do Cristo:

É um dos pontos mais altos da cidade, com uma visão privilegiada do Parque Lacustre. No topo, há uma estátua do Cristo Redentor e um restaurante. O lugar estava vazio todo o tempo em que fiquei na cidade.

Centro Cultural Castrolanda:

É composto por um moinho e pelo museu histórico. Esta atração fica em um distrito de Castro e é uma homenagem a presença dos holandeses no Brasil.

O museu está aberto às sextas, sábados, domingos e feriados das 13h às 18h.

Valor do ingresso: R$15 (inteira) e R$7,50 (meia)

Parque Histórico de Carambeí

Parque Histórico de Carambeí:

Trata-se de um museu a céu aberto situado na cidade de Carambeí, a 27 km de Castro. O museu tem uma vila histórica, também em homenagem aos holandeses no Brasil e cada casinha ou galpão guardam utensílios e peças da época. São fotos, retratos, peças de trator e até uma capela.

O museu está aberto de terça a domingo, das 10h às 17h.

Valor do ingresso: R$20 (inteira) e R$10 (meia)

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Atrações de Santa Felicidade, Curitiba

Estava com um tempo sobrando no feriado e decidi conhecer um pouco mais da cidade que escolhi para morar. Fui ao bairro de Santa Felicidade, famoso pela forte presença italiana.

Estacionamento Durigan

Ao chegar, minha primeira parada foi a Vinícola Durigan. Trata-se de uma loja de vinhos e espumantes, muito famosa na capital do Paraná. Nela também se vendem queijos, chocolates, biscoitos e até utensílios de cozinha.

O local externo serve como estacionamento e é decorado com estátuas que fazem referência a Baco, deus do vinho. Por dentro e por fora, há também uma decoração permanente de Ano Novo, Natal e Páscoa, além de camisas de times nacionais e internacionais penduradas por todo o interior da construção.

Confesso que fiquei meio frustrada com a visita, porque queria conhecer a fábrica e ela está fechada, além do que não está havendo degustação dos vinhos. Não sei se é por conta da pandemia, mas dificultou na escolha do que eu iria levar.

Horário de funcionamento: todos os dias, de 8h às 21h.

Entrada gratuita.

Temática de dinossauros

Em seguida, fui conhecer a Florybal Chocolates Artesanais de Gramado, que tem uma loja temática de dinossauros em Curitiba. Ela fica bem em frente à vinícola. Tem chocolate ao leite, meio amargo, amargo e muitas caixinhas de souvenirs para presentear.

Além do espaço kids ao ar livre, a lojinha de chocolates conta com uma ala só para sorvetes. São diversas opções, uma mais gostosa que a outra e os preços são justos.

Após me deliciar com chocolates, fui ao Castelo Trevizzo, um restaurante tradicional turístico da cidade mas estava fechado devido a pandemia.

Tradicional rodízio italiano

Para fechar o dia turístico, fui jantar em um dos restaurantes mais famosos e tradicionais de Curitiba, o Velho Madalosso. O local oferece um rodízio italiano delicioso, pelo preço de R$63/pessoa. Quando fui, havia uma promoção de dois vinhos específicos por R$99, como um ‘leve 2 e pague 1’.

Algumas das comidas típicas italianas chegam em travessas na sua mesa, como polenta, salada de batata com maionese, mix de folhas e churrasco de frango. As massas, risotos e algumas carnes, como frango prensado e alcatra, são oferecidas e servidas pelos garçons, que vão de mesa em mesa o tempo todo.

O restaurante é bem apresentável, com garçons bem-preparados e um ambiente aconchegante. A carta de vinhos não é muito extensa, porém tem vinhos de qualidade e boa variedade de uvas. Achei o preço moderado, mas com um bom custo-benefício.

Estas são ótimas opções para passar um dia tranquilo na cidade. Todas as atrações são bem próximas uma das outras e ficam na Avenida Manoel Ribas, em Santa Felicidade.

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Caminhada Noturna no Parque Vila Velha

O Parque Vila Velha está situado um pouco antes do município de Ponta Grossa, bem pertinho de Curitiba – PR. O trajeto partindo da capital dá em torno de 1h30.

O PVV, como é chamado, funciona de quarta à segunda de 09h-15h, oferecendo passeios com hora marcada com os guias do parque, sendo que o último ônibus é às 17h. Hoje em dia é possível fazer as trilhas autoguiadas e o guia de turismo é facultativo.

Recentemente falei de suas atrações diurnas, tais como: trilhas e caminhadas pelos Arenitos, Furnas e Lagoa Dourada, arvorismo, passeio de balão e tirolesa. Hoje vou falar da sua atração noturna recém reinaugurada, a CAMINHADA NOTURNA!

Vista dos arenitos

Ideal: Chegar às 17h30 para assistir ao pôr do sol no Parque

Início da caminhada: 18h30

Final da experiência: 22h30

Resumo:

Fiz a caminhada noturna no Parque Vila Velha em uma noite de lua nova. Começou com uma aula sobre o sistema solar, aprendemos sobre os planetas e sobre suas respectivas luas. O instrutor é biólogo e astrônomo e se utilizou de dois programas muito didáticos para nos explicar tudo o que precisávamos saber, o Celestia e o Stellarium.

O auditório estava higienizado e as cadeiras estavam com um bom distanciamento umas das outras. É necessário utilizar a máscara corretamente e os guias reforçaram isso durante todo o passeio.

Depois da aula básica de astronomia, fomos caminhando até os arenitos e nos acostumando com a escuridão. Não é permitido ficar usando flashes ou mexendo no celular, pois atrapalha a experiência visual.

Com o auxílio de uma lanterna especial, exercitamos a pareidolia – um fenômeno psicológico comum em todos os seres humanos, conhecido por fazer as pessoas reconhecerem imagens de rostos humanos ou animais em objetos, sombras, formações de luzes e em qualquer outro estímulo visual aleatório – nas diversas formações dos arenitos.

A atração principal do Parque e da caminhada noturna, é a taça. As fotos com o céu estrelado de fundo ficam incríveis! Há um mirante feito especialmente para ela e levar um tripé é uma boa pedida. Na volta, havia um micro-ônibus que levava quem quisesse para o nosso ponto de encontro.

Ao voltarmos, em torno das 21h15, o guia astrônomo montou seu telescópio e dele pudemos observar alguns planetas. Apesar do tempo ter ficado nublado nesta hora, ele focava um por um os planetas para que o grupo pudesse ver. Desta maneira, foi possível observar Júpiter e Saturno.

RECOMENDO MUITO A VISITA! É INESQUECÍVEL.

A Taça com o céu nublado

Valores:

Caminhada noturna: R$88

Estacionamento: R$15

Opções de passeio:

Ocorre a cada 15 dias, em noites de lua nova ou de lua cheia.

Mais informações:

Telefone: (42) 3228-1138

Site: http://www.facebook.com/parquevilavelha

ROTEIRO PONTA GROSSA – PARANÁ

DIA 1: Parque Estadual de Vila Velha: Arenitos, Furnas e Lagoa Dourada (PEVV)

Ingressos: R$84/pessoa (inteira) e R$42/pessoa (meia)

Estacionamento: R$12 para veículos de passeio e R$18 para vans

Atividades de aventura:

Balão estacionário: R$75

Tirolesa: R$55

Arvorismo: R$35

Combo aventura “tirolesa + arvorismo”: R$78

O Parque Estadual de Vila Velha fica no caminho para o centro de Ponta Grossa, meia hora do Planalto Select Hotel, o melhor lugar para se hospedar na cidade. De Curitiba ao Parque, o trajeto dá aproximadamente 1h30.

O PEVV funciona de quarta à segunda de 09:00-15:00, oferecendo passeios com hora marcada com os guias do parque, sendo que o último ônibus é às 17:00. Hoje em dia é possível fazer as trilhas autoguiadas e o guia de turismo é facultativo. O Parque divide-se em duas principais atrações, a visita aos Arenitos e a visita até as Furnas e Lagoa Dourada.

Ideal: chegar às 9h e passar o dia inteiro

Conforme orientações do Parque, a meia-trilha dos Arenitos tem 1,1km (cerca de 40 min), que é por onde passaremos pelas formações rochosas em local aberto; já a completa, por onde passaremos por mata fechada, tem 2,7km (1h30 min). Há também acesso pela trilha alternativa dos arenitos, onde somam-se 1km (15 min).

A trilha para as Furnas e Lagoa Dourada tem 400 metros. Basta pegar um ônibus, que sai a cada 20 minutos e esperar chegar no local onde inicia-se a trilha.

Mais informações: Telefone (42) 3228-1138 // http://www.facebook.com/parquevilavelha

17h30: ir para o hotel descansar e jantar no hotel. As refeições são servidas até às 22h e lanches durante 24h.

DIA 2: Capão da Onça, Buraco do Padre e Cachoeira da Mariquinha

Buraco do Padre: R$ 20/pessoa

Cachoeira da Mariquinha: R$20/pessoa

Capão da Onça: R$20/pessoa

Todas as atrações do dia seguem pela Av. Peri Pereira da Costa (PR-513) e ramificações, porém nossa ordem será: Buraco do Padre de manhã, Cachoeira da Mariquinha e Capão da Onça (na volta). Todas localizam-se no Distrito de Itaiacoca (Região Leste de Ponta Grossa).

O Buraco do Padre é MUITO concorrido, visto que em época de pandemia o número de visitantes foi reduzido.

1.Buraco do Padre:

Apesar de ter acesso a base (interior), pode ser considerado uma furna e apresenta uma cachoeira de 30 metros de altura. A trilha para o interior é fácil e tem acessibilidade, bem sinalizada e tem um percurso de 1 km a partir do estacionamento. Há também a possibilidade de acesso a trilha para a vista acima do buraco, mas o nível é moderado, sem acessibilidade. O Parque é o cartão postal da cidade!

Horário de funcionamento: de quarta a domingo de 9h as 17h, sendo a saída obrigatória às 19h.

Estrutura: estacionamento gratuito, banheiros e espaços de churrasqueira

Tempo do Planalto Select Hotel até o Buraco: aproximadamente 40 minutos

2.Cachoeira da Mariquinha:

Fica a 35 km (55 min) do centro de Ponta Grossa e a 18 km (38 min) do Buraco do Padre.

Indicam muito em vários sites uma parada na Adega Porto Brazos, conhecida por seus produtos feitos à base de amora. Além da loja, existe um restaurante que serve paella, massas, foundue, docinhos e bebidas com base de amora, mas nem sempre está aberto ao público.

Horário de funcionamento: de segunda a segunda, das 9 às 18h.

A trilha para a Cachoeira da Mariquinha é muito tranquila e com trajeto de aproximadamente 1km. São 30 metros de altura e de quebra uma “prainha” pra curtir a piscina que se forma na base do paredão. Vamos de roupa de banho nesse dia.

Estrutura: estacionamento no local

Horário de funcionamento: de 8h às 20h

**Li que há uma travessia de 5 km entre o Buraco do Padre e a Cachoeira da Mariquinha. Não tenho muitos detalhes, só sei que não tem sinalização e que é uma travessia relativamente curta, sendo que de carro tem que percorrer 19 km aproximadamente.

3.Capão da onça:

Fica em direção ao centro de Ponta Grossa e precisa percorrer 1,5 km em uma estrada de terra até o estacionamento em uma propriedade particular. O Capão da Onça é um balneário natural com cachoeiras, corredeiras e piscinas naturais.

DIA 3: Parque Estadual do Guartelá, Canion e Cachoeira São Jorge

Parque Estadual do Guartelá: trilha básica gratuita (Panelões, Cachoeira da Ponte de Pedra e Mirante para o Canyon Guartelá)

Cânion e Rio São Jorge: R$10/pessoa

Dessa vez vamos primeiro para uma cidade chamada Tibagi, que é bem próxima de Ponta Grossa.

Parque Estadual do Guartelá:

O Parque Estadual do Guartelá fica na cidade de Tibagi (1h20 de Ponta Grossa – 86 km) e é recomendado por guias que se vá primeiro nele, assim que amanhecer o dia.

O Parque protege um patrimônio natural e arqueológico da região do canyon do Rio Iapó, daí é possível observar cânions, cachoeiras, pinturas rupestres e algumas espécies da fauna e da flora.

Há a trilha básica do parque, que é bem sinalizada e pode ser realizada sem guia, gratuitamente. Ela tem cerca de 5 km ida/volta (2 a 3 horas, segundo o site) e é considerava leve. A trilha dá acesso ao mirante, onde é possível avistar o cânion e o rio Iapó. Além do mirante, é possível visitar os panelões rochosos (que a gente pode ficar dentro e tirar foto – é coberto de água) e a cachoeira da Ponte de Pedra.

No parque também é possível fazer a trilha completa de cerca de 8km (entre 3 e 4 horas de duração). Nesta trilha é obrigatório o acompanhamento de um guia que tenha autorização do Parque e além do percurso da trilha básica poderão ser visitados o Portal de Pedras, a Trilha do Gavião (de arenito, como os que tem em Ponta Grossa) e as Pinturas Rupestres. Pedem para agendar com antecedência, mas com chuva não dá para fazer.

Horário de abertura: 8h

Estrutura: estacionamento no local e lanchonete

Trilha até os Panelões: 400m

Trilha até o Mirante para o Canyon Guartelá: 900m

Cânion e Rio São Jorge:

Esses ficam em Ponta Grossa e o lugar parece INCRÍVEL e está localizado a 15 km do centro de Ponta Grossa, nem 30 minutos de carro. No Google Maps ou Waze, o melhor é procurar por “Rio São Jorge”.

Para ter acesso ao local é preciso pegar a Estrada Alagados, uma estradinha de terra, a partir da Rua Arichernes Carlos Globo. Neste local terão algumas cachoeiras e uma delas possui um canhão d’água de cerca de 30 m de altura; também dá pra fazer pequenas trilhas.

Estrutura: restaurante, sanitários, estacionamento e área para camping. Também tem rapel.

*Ainda estou em dúvida sobre o primeiro e segundo dias, porque pela previsão do tempo vai chover.

Parque das Aves em Foz do Iguaçu – Vale a pena?

O Parque das Aves, localizado em Foz do Iguaçu, é a única instituição do mundo focada na conservação das aves da nossa Mata Atlântica, oferecendo um contato diferenciado e imersivo com elas. Isso significa que durante a visita podemos nos sentir dentro da floresta, rodeados de aves lindíssimas e podendo observar como se alimentam, se reproduzem e se divertem.

Segundo o Parque das Aves, eles também atuam diretamente para ajudar a reverter a crise de conservação que as aves e a Mata Atlântica estão vivendo, e nós podemos entrar em contato com toda essa biodiversidade.

O sonho de criar o Parque das Aves começou no início de 1993 e a inauguração foi em 1994. O fundador faleceu em 1996 e hoje em dia, quem continua esse sonho é a esposa. O Parque das Aves se tornou o segundo atrativo mais visitado de toda Foz do Iguaçu.

Os padrões de segurança sanitária são realmente rigorosos, o que fez eu me sentir mais segura. O uso de máscara é obrigatório em todas as dependências do Parque e não pode tirar a máscara nem para fotos. Também há totem de álcool em gel a cada poucos metros, bem como lixeiras de orgânicos e recicláveis.

Logo no início do Parque, antes de começar de fato a trilha, fiquei encantada em ver várias libélulas rosas e com os muitos flamingos que ali vivem. Sem gaiolas, apenas uma cerca e espelhos, pois assim eles acham que são muitos e sentem-se à vontade para reproduzir.

Enquanto eu caminhava pelos viveiros de imersão e pela trilha, conseguia me sentir de fato no meio da floresta. Fiquei impactada com alguns números alarmantes e tive uma grandiosa lição ambiental ali.

Apenas 8% da Mata Atlântica permanece preservada e suas aves estão passando por uma das piores crises já registradas. Existem pelo menos 120 espécies ameaçadas de extinção e 52% das aves que habitam o Parque são resgatadas de tráfico ou maus tratos.

No viveiro em que vivem tucanos, passei meia hora observando um com o bico quebrado. Ele foi salvo do tráfico de animais silvestres e desde então recebe os cuidados necessários no Parque. Este tucano é apenas um dos muitos animais advindos de apreensões ilegais. E ele é um vencedor, pois a cada 10 animais que são retirados da natureza pelo tráfico, apenas um sobrevive.

No local em que vivem alguns papagaios, periquitos e afins, é possível ter a experiência de alimentá-los e o valor é de R$10,00. Também há um viveiro feito para que eles possam se reproduzir e tenham o cuidado mais parenteral possível. Eles só recolhem os filhotes debilitados para que possam ter os devidos cuidados.

Um pouco mais adiante na trilha, há um borboletário bem legal que conta com algumas figuras de asas para tirar fotos. Já ao final de toda a experiência, você pode encontrar corujas, gaviões e uns lagartos passeando tranquilamente por aí.

Então me diz você, vale a pena toda essa imersão e educação ambiental? Vale a pena entrar nos viveiros e ter contato direto com a vida dos animais? Vale a pena conhecer e ajudar na preservação da nossa Mata Atlântica? Para mim, a atração é indispensável para quem for a Foz e não ir, é como se faltasse algo nessa viagem onde o destaque são as Maravilhas da Natureza.

Horários de funcionamento: terça a domingo, de 9h às 17h

Preços da entrada:

– R$60,00 inteira, a partir de 9 anos

– R$30,00 meia entrada

– R$10,00 para morador local

– Gratuito: crianças até 8 anos

Experiência de alimentação: R$10,00

Tarifas válidas até 31.12.2020

Site: https://www.parquedasaves.com.br

Para mais dicas de viagens, acesse: www.instagram.com/tripbruta

5 LUGARES PARA APROVEITAR NO RIO DE JANEIRO DEPOIS DA QUARENTENA

Pensando nas 1001 possibilidades do que fazer pela Cidade Maravilhosa quando essa quarentena finalmente terminar? Aí vão cinco dicas do que fazer/curtir neste lugar tão cheio de atrações!

1. CURTIR A VIBE DA VISTA CHINESA

A Vista Chinesa é um dos mirantes mais escondidinhos do Rio, não por conta de trilhas dificílimas ou por ter que ultrapassar vários obstáculos, mas da dificuldade de chegar até lá, já que não conta com o auxílio dos transportes públicos.

O mirante está localizado no bairro do Alto da Boa Vista, dentro da Floresta da Tijuca, tendo uma das vistas mais privilegiadas de toda a cidade. Pensa num ângulo do Rio de Janeiro onde é possível ver vários pontos turísticos de uma vez só e o melhor (para os menos aventureiros), sem a necessidade de fazer trilhas ou muito esforço físico. A Vista Chinesa reúne tudo isso, proporcionando uma vista panorâmica desta cidade tão maravilhosa.

2. PASSAR O DIA NAS PRAIAS DA ZONA OESTE

Das praias menos poluídas de toda a cidade e também as queridinhas dos surfistas por conta das ondas, as praias da Barra e Recreio serão uma ótima pedida quando essa quarentena acabar. Pega tua saída de praia, compre uma água de coco e aproveite para mergulhar nesse marzão! Mas se tiver com ondas muito altas, cuidado, porque já peguei umas praias que a maré estava tão alta que em dez minutos a faixa de areia sumiu.

Pausa para descanso

3. PASSEIO DE BIKE PELA LAGOA RODRIGO DE FREITAS

Nada melhor do que pegar aquela bike que ficou parada durante a quarentena e tirar a poeira da melhor forma, né?! Dando uma volta pela Lagoa com amigos ou escutando uma boa música.

A Lagoa Rodrigo de Freitas fica na Zona Sul do Rio, bem pertinho do Jardim Botânico e do Parque Lage (dependendo de que lado você estiver da Lagoa). É possível chegar na Lagoa de metrô ou de ônibus pra quem não tiver bicicleta, daí você procura um daqueles bicicletários do Itaú e se cadastra no aplicativo “bike Itaú”. Após a confirmação do pagamento de R$10,00, a bicicleta estará liberada durante o dia inteiro e você poderá passear não só pela Lagoa, mas por toda a zona Sul.

4. POR DO SOL NA PEDRA DO ARPOADOR

Tido como um dos 100 lugares mais bonitos do mundo para se apreciar o por do sol, a Pedra do Arpoador fica do ladinho de Ipanema e dá pra chegar de carro, ônibus ou metrô. Em dias de sol e tempo limpo, a Pedra, que já ganhou vários prêmios no Brasil e no mundo, fica lotada de cariocas e turistas. Muitos chegam até uma hora antes do espetáculo para poder pegar um lugar especial.

Por ser um lugar muito visado por conta do turismo, é aconselhável a tomar cuidado com furtos, mas num geral não acontece nada. O clima é bem leve e descontraído, você pode levar sua cervejinha ou sua água de coco, procurar um lugar para sentar e apreciar a vista. E não é mito: todos aplaudem o por do sol na Pedra do Arpoador!!

5. PASSEIO CULTURAL PELO CENTRO DO RIO DE JANEIRO

Já pensou em sair dessa quarentena e se encher de cultura e informação nos mais diversos museus presentes no Rio?! É um programa para todos, não importa a idade. Além disso, nem todas as atrações são pagas, então isso pode ser ainda melhor!

O CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil) do Rio de Janeiro costuma ter exposições que agradam boa parte dos públicos, atraindo todos os membros da família. A última exposição que fui (do Egito), foi gratuita. Atrações pagas, somente o cinepasse (R$10,00 e R$ 5,00 (meia entrada), válido por 30 dias) e concertos musicais (terças R$ 6,00 e R$ 3,00 (meia-entrada) e quarta a domingo R$ 10,00 e R$ 5,00).

O Museu do Amanhã é outra ótima pedida cultural, não se trata apenas de um museu de ciências como os que você já deve ter conhecido ou ouvido falar. Trata-se de um museu que desafia seus visitantes a verem como o passado contribuiu para o presente de hoje e convida-nos a pensar sobre como nossos atos atualmente influenciarão o planeta no amanhã.

Dentro do Museu do Amanhã há um ambiente moderno, cheio de recursos audiovisuais, permitindo aos seus visitantes a explorar passado e presente e nos convidando a construir o futuro com mais responsabilidade.

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